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terça-feira, 13 de novembro de 2007

ALEITAMENTO NATURAL, MAMADEIRA E COPINHO!

A alimentação pelo “copinho” consiste em um método artificial e seguro para a mãe e o bebê evitando assim o desmame precoce, provocado pelo uso de bicos artificiais, visto que mamadeiras e/ou chupetas favorecem a sucção insuficiente (o bebê suga com a boca parcialmente fechada), podendo afetar o início e o sucesso do aleitamento materno. A criança que recebe mamadeira e/ou chupeta pode ter dificuldade em “pegar” a mama.





Segundo Jornal Entrelinhas de Botucatu de 28/3/2006, revelou que, na impossibilidade da amamentação, a melhor solução para fornecimento de alimento ao lactente é a utilização do copo. O recomendável é sempre o aleitamento exclusivo no peito por 6 meses, continuado até 2 anos ou mais, com o uso do copo sempre que necessário, ou seja, quando a mãe estiver trabalhando ou quando se ausentar por período superior ao da amamentação da criança. Aos seis meses a criança já pode utilizar o copo para ingerir água e sucos, não necessitando, em nenhum circunstância, do uso da mamadeira. O copo é a melhor forma para alimentar lactentes quando a amamentação não for possível.



Conforme Euclydes, (2000) , o recém-nascido não tem maturidade neurológica para deglutir um líquido que não venha simultaneamente da coordenação sucção/deglutição. Só mais tarde estará apto a deglutir algo que ele não sugou. Assim, o "copinho" estimula a deglutição mas não a sucção, e estas funções não estão dissociadas no recém-nascido. Fonte: Gamburgo, Munhoz, Amstalden, "Alimentação do Recém-Nascido: Aleitamento natural, mamadeira e copinho.






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domingo, 11 de novembro de 2007

Professor é candidato a dano vocal!!

Os professores têm 32 vezes mais probabilidade que as pessoas que exercem outras profissões de sofrer de distúrbios da voz, segundo Julie Ostrem, do Departamento de Distúrbios da Fala e Audiologia da Universidade de Iowa, Estados Unidos, e do Centro Nacional da Voz e Fala (www.ncvs.org). Muitas pessoas possuem uma laringe robusta, onde está a "caixa da voz", o que permite suportar abusos no uso da voz. Entretanto, explica Ostrem, também existem pessoas propensas a ter problemas de voz, como rouquidão, pouco fôlego ou dor e fadiga quando falam.Essas dificuldades podem tornar-se tão severas a ponto de levar professores a abandonar prematuramente a carreira. Felizmente, explica a especialista, existem formas de prevenir a maior parte dos distúrbios da voz relacionados às mais variadas profissões.
Para a fadiga vocal, por exemplo, a recomendação de quem entende o assunto é a de que é melhor falar por curtos períodos e descansar um pouco do que falar por muito tempo para ter em seguida uma longa pausa.
Há casos em que é preciso recorrer a uma ajuda externa. Para uma sala de aula que obrigue o professor a falar muito alto para ser ouvido até a última fileira das carteiras, forçando a voz, a sugestão para evitar futuros problemas é utilizar um sistema de alto-falante portátil.
Fonte: Folha de São Paulo